Close Menu
    What's Hot

    Pé-de-Meia: prazo para entrar no programa em 2026 termina em agosto, veja como não perder o benefício

    28 de julho de 2026

    Guerra no Oriente Médio esfria, mas efeito nos combustíveis ainda é sentido no Brasil

    28 de julho de 2026

    Governo cumpre calendário e libera R$ 17,5 bilhões em emendas: veja o que muda para prefeitos e governadores

    28 de julho de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Política no Brasil NotíciasPolítica no Brasil Notícias
    • Home
    • Mundo
    • Notícias
    • Política
    • Sobre Nós
    Política no Brasil NotíciasPolítica no Brasil Notícias
    Home»Mundo»Guerra no Oriente Médio esfria, mas efeito nos combustíveis ainda é sentido no Brasil
    Mundo

    Guerra no Oriente Médio esfria, mas efeito nos combustíveis ainda é sentido no Brasil

    Diego VelázquezPor Diego Velázquez28 de julho de 2026Nenhum comentário4 Mins de leitura
    Facebook Twitter LinkedIn Telegram Pinterest Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Guerra no Oriente Médio esfria, mas efeito nos combustíveis ainda é sentido no Brasil
    Guerra no Oriente Médio esfria, mas efeito nos combustíveis ainda é sentido no Brasil
    Compartilhar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Trégua entre Irã e Israel reduziu o preço do petróleo, porém analistas apontam que o Estreito de Ormuz segue como ponto de atenção do mercado

    Depois de meses de tensão que levaram o barril de petróleo a patamares acima de US$ 100, o conflito entre Irã e Israel esfriou com a assinatura de um acordo de paz em junho, mas o efeito nos preços da gasolina e do diesel ainda reverbera no bolso do brasileiro. A dúvida que fica para quem abastece o carro é direta: os combustíveis já voltaram ao patamar anterior à guerra, ou a normalização vai levar mais tempo? Entender essa engrenagem exige olhar tanto para a geopolítica do petróleo quanto para as particularidades do mercado brasileiro de combustíveis.

    O conflito começou no fim de fevereiro, quando uma operação militar conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã resultou na morte do líder supremo iraniano, segundo reportagem do portal Vrum. A retaliação iraniana incluiu o fechamento do Estreito de Ormuz, via marítima por onde passa cerca de 30% do petróleo comercializado no mundo, conforme apurou a Agência Brasil. O bloqueio elevou os preços internacionais e pressionou distribuidoras privadas no Brasil a repassar aumentos, mesmo com a Petrobras segurando os valores nas refinarias.

    Por que o preço não caiu na mesma velocidade em que subiu

    O acordo de paz entre Estados Unidos e Irã foi assinado em junho pelos presidentes Donald Trump e Masoud Pezeshkian, declarando o fim imediato das operações militares e permitindo a retomada das exportações de petróleo iraniano sem restrições, de acordo com o portal Times Brasil. Com a reabertura do Estreito de Ormuz, os preços dos combustíveis no Brasil recuaram de forma expressiva na semana seguinte ao anúncio: o diesel comum caiu 8,49%, para uma média de R$ 6,98, enquanto a gasolina teve queda de 1,57%, para R$ 6,81, segundo levantamento do Índice de Preços Edenred Ticket Log citado pelo mesmo veículo.

    Apesar da melhora, especialistas ouvidos pela Agência Brasil alertam que o amortecimento dos preços tem limite, porque o Brasil ainda depende da importação de derivados de petróleo, como gasolina e diesel, sobretudo depois da privatização de refinarias como a antiga Rlam, na Bahia. A agência de classificação Fitch projeta que o preço médio do petróleo em 2026 deve se firmar ao redor de US$ 87 por barril, patamar mais alto do que o esperado antes do início do conflito, conforme reportagem da Band. Ou seja, mesmo com a trégua, o mercado segue precificando um risco geopolítico que não desapareceu por completo.

    O que ainda pode mexer no preço da gasolina nos próximos meses

    O Estreito de Ormuz continua sendo o principal ponto de atenção de analistas e operadores de mercado, já que qualquer instabilidade na região tende a gerar reflexos imediatos nos contratos futuros de energia, segundo a Band. Isso significa que, mesmo com o acordo assinado, novos episódios de tensão entre as potências envolvidas podem voltar a pressionar os preços dos combustíveis no Brasil em questão de dias, dado o histórico recente de reação rápida do mercado a notícias vindas do Oriente Médio.

    Para o consumidor brasileiro, a lição prática é que o preço da gasolina e do diesel nos próximos meses vai depender menos do noticiário local e mais da estabilidade da rota marítima que liga o golfo Pérsico ao restante do mundo. Motoristas de aplicativo, transportadoras e famílias que dependem do carro no dia a dia sentem esse tipo de oscilação de forma mais imediata do que outros setores da economia. Acompanhar o desenrolar das negociações entre Irã, Israel e Estados Unidos, portanto, deixou de ser um assunto só de política internacional e passou a interferir diretamente no planejamento financeiro de quem vive no Brasil.

    A combinação entre a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim das sanções ao petróleo iraniano ajudou a aliviar a pressão sobre os preços, mas o mercado segue precificando um risco que não some do dia para a noite. Enquanto isso, o consumidor brasileiro convive com valores de combustível ainda superiores aos praticados antes de fevereiro, mesmo com as quedas recentes nas bombas. A expectativa de analistas é que a estabilidade só se consolide se a trégua se mantiver por mais tempo, sem novos episódios de escalada na região.

    Fontes consultadas: Política no Brasil | Vrum | Agência Brasil | Times Brasil | Band

    Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Telegram Email
    Artigo anteriorGoverno cumpre calendário e libera R$ 17,5 bilhões em emendas: veja o que muda para prefeitos e governadores
    Próximo artigo Pé-de-Meia: prazo para entrar no programa em 2026 termina em agosto, veja como não perder o benefício
    Diego Velázquez
    Diego Velázquez
    • Website

    leia também

    Guerra no Oriente Médio esfria, mas efeito nos combustíveis segue no Brasil

    3 de julho de 2026

    Conflito entre Israel e Irã reacende alerta global: o que a crise revela e como pode afetar o Brasil?

    22 de junho de 2026

    A reestruturação da governança corporativa estatal nos Estados Unidos e o impacto na estabilidade institucional

    3 de junho de 2026
    Adicionar comentário

    Comments are closed.

    News

    Pé-de-Meia: prazo para entrar no programa em 2026 termina em agosto, veja como não perder o benefício

    28 de julho de 2026

    Guerra no Oriente Médio esfria, mas efeito nos combustíveis ainda é sentido no Brasil

    28 de julho de 2026

    Governo cumpre calendário e libera R$ 17,5 bilhões em emendas: veja o que muda para prefeitos e governadores

    28 de julho de 2026

    A Belina e seu desaparecimento das ruas: na visão de Mário Augusto de Castro

    22 de julho de 2026

    Política no Brasil é o seu guia para entender as complexidades do cenário político brasileiro. Oferecemos cobertura completa das eleições, do Congresso Nacional, do governo federal e dos governos estaduais. Nossas análises aprofundadas e entrevistas exclusivas com os principais protagonistas da política te ajudam a formar sua própria opinião sobre os temas mais relevantes do momento.

    Trump sai em defesa de Bolsonaro e Lula rebate: ‘Somos um país soberano’

    8 de julho de 2025

    Quais são as diferenças técnicas entre plástico comum e plástico corrugado?

    10 de março de 2026

    Lula defende candidatura latina para ONU e critica tarifas arbitrárias

    10 de abril de 2025
    • Home
    • Sobre Nós
    • Notícias
    • Quem Faz
    • Contato

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.