Produtividade econômica é a capacidade de gerar mais resultados com o uso racional de recursos, e, de acordo com Kelsem Ricardo Rios Lima, ela depende menos de esforço excessivo e mais de organização, foco e boa alocação de energia. Em um cenário de concorrência acirrada e margens apertadas, empresas e profissionais que não revisam seus processos acabam trabalhando mais horas sem, porém, alcançar melhores entregas. Assim, o desafio central passa a ser “trabalhar de forma inteligente”.
Nesse contexto, repensar rotinas, analisar custos e eliminar desperdícios torna-se uma exigência para a sustentabilidade dos negócios. Desvende ainda mais sobre essa temática agora mesmo:
Produtividade econômica e foco no que realmente gera valor
A base da produtividade econômica está na clareza sobre o que gera valor e o que apenas consome tempo e dinheiro. Muitas organizações mantêm processos, relatórios e reuniões que se perpetuam por hábito, mas não contribuem efetivamente para o resultado. Como ressalta Kelsem Ricardo Rios Lima, o primeiro movimento é mapear atividades, identificar gargalos e separar o que é estratégico do que é apenas operacional repetitivo. Essa análise abre espaço para decisões mais conscientes sobre onde investir esforço e orçamento.
Ao concentrar energia nas atividades que impactam diretamente o cliente, a produtividade econômica cresce de forma natural. Produtos são desenvolvidos com mais alinhamento às necessidades reais, serviços tornam-se mais ágeis e a percepção de valor aumenta. Nesse cenário, tarefas de baixo impacto podem ser automatizadas, simplificadas ou até eliminadas, liberando tempo da equipe para inovação, relacionamento e melhoria contínua.
Gestão de recursos, processos e tecnologia
A gestão eficiente de recursos é um pilar indispensável para quem busca fazer mais com menos. Isso envolve planejar o uso de orçamento, tempo, infraestrutura e pessoas com base em metas claras e indicadores objetivos. Para Kelsem Ricardo Rios Lima, a análise de custos precisa olhar além dos números imediatos, considerando também impactos de longo prazo, como manutenção, treinamento e suporte. Decisões precipitadas de corte, sem essa visão ampliada, tendem a gerar economia aparente hoje e prejuízos relevantes no futuro.

Nesse sentido, a tecnologia ocupa papel central na elevação da produtividade econômica. Sistemas integrados, automação de rotinas e uso de dados para tomada de decisão reduzem erros, aceleram fluxos e aumentam a previsibilidade das operações. Entretanto, a adoção tecnológica precisa vir acompanhada de processos bem desenhados e equipes capacitadas. Sem esse alinhamento, ferramentas sofisticadas podem apenas tornar ineficiente o que antes era simples, em vez de gerar o ganho de produtividade esperado.
Cultura, indicadores e melhoria contínua
A produtividade econômica não se sustenta sem uma cultura organizacional orientada a resultados e aprendizado constante. Nesse sentido, como pontua Kelsem Ricardo Rios Lima, é fundamental que líderes comuniquem objetivos com clareza, estabeleçam prioridades e estimulem comportamentos alinhados à eficiência. Ambientes que valorizam transparência, colaboração e responsabilidade tendem a identificar desperdícios com rapidez e a propor soluções práticas.
Além disso, o acompanhamento sistemático de indicadores torna visível o impacto das decisões. Medir produtividade econômica não é apenas observar faturamento, mas relacionar entregas com recursos utilizados: horas de trabalho, custos operacionais, taxa de retrabalho, nível de satisfação do cliente. Com dados consistentes, possibilita-se testar mudanças em escala reduzida, comparar resultados e, então, expandir boas práticas.
Produtividade econômica como vantagem competitiva duradoura
Por fim, a produtividade econômica, quando compreendida em sua dimensão estratégica, deixa de ser sinônimo apenas de corte de custos e passa a representar inteligência na gestão de recursos. Como frisa Kelsem Ricardo Rios Lima, organizações que aprendem a priorizar o que gera valor, aproveitar melhor o tempo das equipes e usar tecnologia de forma alinhada à estratégia constroem uma vantagem competitiva difícil de copiar. Elas entregam mais qualidade, com maior previsibilidade e menor desperdício.
Autor: Valery Baranov

