domingo, junho 20, 2021
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Governadores se dizem tranquilos com ida à CPI da Covid-19

Os governadores chamados a dar explicações à CPI da Covid-19 reagiram com serenidade à convocação e prometeram responder a todos os questionamentos. Em nota, o representante estadual do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, disse que vai contribuir “no que for necessário”. A Secretaria de Estado da Comunicação do Tocantins informou que o Mauro Carlesse está tranquilo. O governador de Rondônia, Marcos Rocha, reconheceu a importância da transparência na gestão de recursos públicos, prometeu colaborar e afirmou ainda que nenhum ato de corrupção na pandemia será tolerado. Em Roraima,  Antônio Denarium, garantiu que falará aos senadores sem pedir habeas corpus. Ele acredita que o depoimento não vai gerar desgaste com o governo. “Estou tranquilo, vou participar, vou contribuir com o que for possível. Qualquer tipo de dúvida e esclarecimento eu vou repassar. Também mostrando documentação, o que for necessário para esclarecer e tirar qualquer tipo de dúvida. Estou aqui para contribuir”, disse.

Em nota, o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, afirmou não haver justificativa para a convocação e que, no caso dos respiradores, todos os órgãos de controle que investigaram o caso atestaram a lisura da conduta dele. A vice-governadora, Daniela Reinehr, se colocou à disposição para quaisquer esclarecimentos e informações que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) possa solicitar. Por sua vez, o governador do Piauí, Wellington Dias, reconheceu a importância da Comissão e prometeu contribuir com as investigações. “Compareci com os membros da comissão e me coloquei voluntariamente como governador, como coordenador do Fórum dos Governadores do Brasil nesse tema da pandemia para ali comparecer na CPI. E voluntariamente contribuir com informações, com esclarecimentos para que a gente possa encontrar o caminho”, afirmou. Também chamado a depor, o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, disse ao site do Jornal O Globo não ver motivos para não comparecer. Wilson Lima, do Amazonas, Waldez Góes, do Amapá e Helder Barbalho, do Pará, não se manifestaram sobre o tema. As datas dos depoimentos ainda não foram definidas.

*Com informações da repórter Letícia Santini

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